Visitei um lugar. Um lugar longínquo; não no espaço, mas sim na memória e no tempo.
Cheguei e senti qualquer coisinha. Que já ali tinha estado; de facto já, mas estar de novo era reviver o passado. Respirei. E consegui respirar da mesma maneira que respirava quando tinha os meus sete/oito anos. E lembrei-me de beber água naquela pequena fonte/nascente (não sei bem), de me rir muito com a minha irmã e até de me picar nas urtigas.
Provavelmente não sentirias o mesmo que eu, mas gostava de levar-te lá. Gostava que olhasses para ali e visses como aquilo até é bonito. Porquê levar-te ali? A ti? Porque senti-me tão bem que me apetecia ter-te ali, para te abraçar e dizer que gosto de ti.
Cheguei e senti qualquer coisinha. Que já ali tinha estado; de facto já, mas estar de novo era reviver o passado. Respirei. E consegui respirar da mesma maneira que respirava quando tinha os meus sete/oito anos. E lembrei-me de beber água naquela pequena fonte/nascente (não sei bem), de me rir muito com a minha irmã e até de me picar nas urtigas.
Provavelmente não sentirias o mesmo que eu, mas gostava de levar-te lá. Gostava que olhasses para ali e visses como aquilo até é bonito. Porquê levar-te ali? A ti? Porque senti-me tão bem que me apetecia ter-te ali, para te abraçar e dizer que gosto de ti.
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