quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A minha felicidade é tão entusiasmante que me faz tremer de medo. {estas coisas do amor sempre me fizeram azia, mas nunca tanta como agora.} Antes o problema era eu não dar atenção a quem devia ( insensibilidade feminina, e então? ), agora tenho medo que seja esse miúdo, aquele que me faz sentir essa coisa meia sem jeito, e diga-se de passagem que comparação mais fanhosa, denominada de borboletas na barriga sempre que o vejo e sempre que o meu pensamento teima em fugir para o tal olhar, o tal beijo (...) Tenho medo que ele se perca no pensamento ( sim porque as vezes pensar faz mal e eu acho que ele ás vezes pensa demais. ) e se "confunda" outra vez.- palavrinhas do rapaz. 


Quero somente que me faças feliz sempre do mesmo jeito, deste jeito que fazes agora. E sentir que dizes a verdade, quando dizes que me amas, porque eu .. porque eu te quero, meu amor.




"Todas as cartas de amor são 
Ridículas. 
Não seriam cartas de amor se não fossem 
Ridículas. 

(...)
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas. 
"

Fernando Pessoa.


P.s.: um dia, escrevo-te uma. 

2 comentários:

  1. Em resposta, mocinha Inês: porque, depois da meia-noite, dou-me conta que quando sou dos poucos a viver sem olhos, acabo por ficar sozinho na minha teoria... Shh. :')

    (E nota-se que estás entusiasmada com algo, mas nem todos os dias são deliciosos. Acho que é isso que torna os que o são, realmente deliciosos.)

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  2. (Não digas que é depressivo, eu adoro pensar e pensar não tem de ser deprimente, mesmo que se pense sobre coisas pesadas, sabias? :) ) O teu bom estado de espírito é andares feliz e despreocupada? É que eu não sei qual é; dizes-me? Se for, é impraticável (porque isso iria depender de nós e dos outros e isso já são milhares de variáveis e blá blá blá) e não é tão saboroso. As oscilações fazem parte e tudo o que é estável a mais... cansa. Apesar de estar numa fase da minha vida em que quero estabilidade, por isso, percebo-te.

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