H. -Tudo tem um propósito, até as máquinas. Relógios informam as horas, comboios transportam pessoas. Fazem o que devem fazer.
Por isso máquinas quebradas me deixam triste. Não podem fazer o que devem fazer.
Talvez seja igual com as pessoas.
H. -Imaginava que o mundo inteiro era uma máquina enorme. As máquinas não vêm com peças a mais.
Elas sempre vêm com a quantidade exacta. E se o mundo inteiro é uma máquina, eu não sou uma peça a mais.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Verão
Tenho saudades de ser fim de tarde e a brisa ser ainda quente, de sentir a pele a estalar de calor e de vestir camisolas rasgadas no peito. De ter os fios de cabelos dourados e a despirem-me o corpo, afastados do pescoço, ajudando a sentir o cair da noite numa pele que pede um beijo de água fresca.
De sair para a rua e permanecer, sem sentir arrepios frios, sentindo uns outros.
De sair para a rua e permanecer, sem sentir arrepios frios, sentindo uns outros.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
As boas acções
não se chamam "boas acções" por nada. Têm esse nome porque no fim, nós ficamos a sentir-nos bem.
6 de Fevereiro, em metro Lisboa.
6 de Fevereiro, em metro Lisboa.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Disappointment - ended
Não existem contos de fadas e nem vale a pena pensares que sim. Há mais racionalidade que emoção; ou pelo menos, eu, deveria ter mais.
Não vale a pena sentir-me culpada quando ele volta com a conversa de palavrinhas moles, carinhosas e muito racionais, como se eu tivesse cometido todos os erros do mundo.
Não vou voltar a dizer-te "sabes como eu sou, de uma gota faço uma tempestade. Desculpa, tens razão- como sempre." Nem penses! Sei que o que estou a dizer agora é porque é porque o que tu fizeste me enervou muito e sei que vou voltar a sentir necessidade de dizer que gosto muito de ti; sei que me se me disseres que te preocupas comigo me vou derreter completamente, , mas mais forte que isso é, ou terá de ser, o facto de eu pensar que no início punha as minhas mãos no fogo por aquilo que serias capaz de fazer por mim, ou por um amigo qualquer, e que agora não me atrevo a pôr;
O facto de que a tua bela conversa não corresponde aos teus "belos" actos;
O facto de tu dizeres que o pior que pode haver é o desprezo e de ser a primeira coisa que fazes;
O facto de dizeres não seres rancoroso mas no fundo, fazendo-o ou não por querer, agires da mesma forma como agi contigo ou pior. (vingança? desculpa se esta palavra é forte demais mas aprendi que os fortes é que prevalecem.)
Não me venhas dizer que cresces-te e mudas-te, que ficas-te frio pela maneira como as pessoas agiram contigo,nomeada e principalmente eu;
Não me venhas dizer que eu não sei dar valor ao que tu sabes e que vives-te ou que faço birras por isto ou por aquilo, porque se tu achas que é por não conseguir ser o suficiente crescida com certos problemas, então é porque tu não os percebes e não os percebes porque nunca passas-te realmente por eles (se passas-te então a vida ainda não te deu a real lição) - (e se tu soubesses exactamente do que eu estou a falar, ias criticar-me a torto e a direito mas sinceramente não estou preocupada porque tu precisas destas coisas.)
Sei que te fiz promessas a ti e a mim mesma, que apesar de tudo ias sempre ser aquele amigo cúmplice e confidente, mas sabes que mais? Tu também me fizeste essas promessas. E há conversas que por mais voltas que levem nunca vão sair da cepa torta, por isso não preciso nem quero que teças comentários acerca do que escrevi, isto é, tira lá as conclusões que quiseres, mas eu não quero sabe-las. Não quero sabe-las porque eu também cresci, apercebi-me de certas coisas tarde talvez, mas foi e: cansei de ser parva.
Fiz-te algum mal e esta deve ser a milésima vez que o admito mas pagar na mesma moeda.. bem em frente!
Tenho pena do que se perdeu, não de nós mas de ti.
E há tanto mais para se dizer; há sempre, nem que seja o mesmo por ditos diferentes, mas lá no fundo o que eu te quero dizer é que não gosto da imagem que me passas de ti, não gosto da ideia de ficar presa, nunca gostei- isso é antónimo de liberdade, embora a verdade seja que fiquei.
MAS, volto a repetir, por favor, não me digas o que tens a dizer sobre isto, porque eu quero simplesmente esquecer o que já lá ficou há muito tempo (cliché!) e não quero ter mais este pensamento na minha cabeça, que mais uma vez: me desiludis-te.
p.s.1 O que quer que isto seja, ponto final.
p.s.2 Tu vais perceber, mas tarde demais.
5 de Fereveiro de 2012, Lisboa.
-não estou desiludida com a tua falta de amor, estou desiludida contigo.
Não vale a pena sentir-me culpada quando ele volta com a conversa de palavrinhas moles, carinhosas e muito racionais, como se eu tivesse cometido todos os erros do mundo.
Não vou voltar a dizer-te "sabes como eu sou, de uma gota faço uma tempestade. Desculpa, tens razão- como sempre." Nem penses! Sei que o que estou a dizer agora é porque é porque o que tu fizeste me enervou muito e sei que vou voltar a sentir necessidade de dizer que gosto muito de ti; sei que me se me disseres que te preocupas comigo me vou derreter completamente, , mas mais forte que isso é, ou terá de ser, o facto de eu pensar que no início punha as minhas mãos no fogo por aquilo que serias capaz de fazer por mim, ou por um amigo qualquer, e que agora não me atrevo a pôr;
O facto de que a tua bela conversa não corresponde aos teus "belos" actos;
O facto de tu dizeres que o pior que pode haver é o desprezo e de ser a primeira coisa que fazes;
O facto de dizeres não seres rancoroso mas no fundo, fazendo-o ou não por querer, agires da mesma forma como agi contigo ou pior. (vingança? desculpa se esta palavra é forte demais mas aprendi que os fortes é que prevalecem.)
Não me venhas dizer que cresces-te e mudas-te, que ficas-te frio pela maneira como as pessoas agiram contigo,nomeada e principalmente eu;
Não me venhas dizer que eu não sei dar valor ao que tu sabes e que vives-te ou que faço birras por isto ou por aquilo, porque se tu achas que é por não conseguir ser o suficiente crescida com certos problemas, então é porque tu não os percebes e não os percebes porque nunca passas-te realmente por eles (se passas-te então a vida ainda não te deu a real lição) - (e se tu soubesses exactamente do que eu estou a falar, ias criticar-me a torto e a direito mas sinceramente não estou preocupada porque tu precisas destas coisas.)
Sei que te fiz promessas a ti e a mim mesma, que apesar de tudo ias sempre ser aquele amigo cúmplice e confidente, mas sabes que mais? Tu também me fizeste essas promessas. E há conversas que por mais voltas que levem nunca vão sair da cepa torta, por isso não preciso nem quero que teças comentários acerca do que escrevi, isto é, tira lá as conclusões que quiseres, mas eu não quero sabe-las. Não quero sabe-las porque eu também cresci, apercebi-me de certas coisas tarde talvez, mas foi e: cansei de ser parva.
Fiz-te algum mal e esta deve ser a milésima vez que o admito mas pagar na mesma moeda.. bem em frente!
Tenho pena do que se perdeu, não de nós mas de ti.
E há tanto mais para se dizer; há sempre, nem que seja o mesmo por ditos diferentes, mas lá no fundo o que eu te quero dizer é que não gosto da imagem que me passas de ti, não gosto da ideia de ficar presa, nunca gostei- isso é antónimo de liberdade, embora a verdade seja que fiquei.
MAS, volto a repetir, por favor, não me digas o que tens a dizer sobre isto, porque eu quero simplesmente esquecer o que já lá ficou há muito tempo (cliché!) e não quero ter mais este pensamento na minha cabeça, que mais uma vez: me desiludis-te.
p.s.1 O que quer que isto seja, ponto final.
p.s.2 Tu vais perceber, mas tarde demais.
5 de Fereveiro de 2012, Lisboa.
-não estou desiludida com a tua falta de amor, estou desiludida contigo.
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