sábado, 28 de janeiro de 2012

Oportunidade

A minha mãe sempre me disse: não deites foguetes antes da festa! e Ok! mãe, vou cumprir religiosamente esse concelho para que nada corra mal, até porque eu sou bastante supersticiosa, mas não posso deixar de comemorar nem que seja um bocadinho, um bocadinho só, porque a verdade é que estou muito feliz! E com toda a humildade, é preciso também agarrarmo-nos às boas vibes e às boas oportunidades que a vida nos pode trazer. E agora? Agora é um passinho de cada vez, para não me esticar demais e pôr o pé na poça. Vou ter muito cuidado, prometo. Vá, façam força para que tudo me corra bem!

sábado, 21 de janeiro de 2012

no means yes

Nao significa sim, e sim significa não. Capich mon amour?

But; "embraces life": that's the point, it isn't?



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ontem.

Ontem foi um dia em cheio! Por mim falo, adorei estar ali a fazer aquilo. Tenho medo (mais uma vez, o medo na minha vida-uhh) que não dê certo, que as pessoas não cumpram ao que se comprometem, mas tenho ainda mais de eu, aliás nós, não conseguirmos corresponder ás expectativas dessas pessoas. Mas temos que correr riscos, temos de ter o improviso presente nas nossas vidas porque o planeado já passou de moda e faz mal à saúde;
Claro está que não podemos generalizar, mas isso, nunca se pode. Se esta oportunidade surgiu, foi por alguma coisa, não foi? Claro que foi! E há-de ter sido por uma coisa boa! Pode não ser uma coisa fantástica, mas será uma coisa boa (p.s.: nós só nos desiludimos com as coisas porque as pomos num patamar demasiado elevado, por isso há que pensar que, para já, vai ser uma coisa boa.)
Vai requerer esforço e trabalho; capacidade de criticar (construtivamente, e sem medos); capacidade de receber críticas; de lutar por uma pequena coisa de que precisemos- porque um pormenor faz a diferença.

Por isso, basicamente, é ir em frente sem medos! E sem corpo mole para desistências.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A força que nos une é algo grande demais. Passa todos as fronteiras até aquela mais dura que tu e eu conhecemos tão bem - a distância. Apesar de tudo o que se passou connosco continuamos de um modo ou de outro, cada um à sua maneira, a tentar diminuir o espaço que nos afasta. Às vezes (muitas vezes) acho que há telepatia entre nós. (Patetice? Muito provàvel.)
Ontem à noite disse à minha mãe que me ia levantar cedo para a ajudar numas pinturas cá em casa. Eram 8h:40 e o despertador tocou; e não, não me apetecia nada sair da cama. Na minha maior esperança de ficar mais uns minutos na cama e porque pensei que isso (o que se seguiu) seria uma hipótese muito remota, juro que o meu pensamento foi: Hum, se agora receber uma mensagem de X (a incógnita) levanto-me já! Deitei a cabeça para o lado e fechei os olhos com descanso e uma pitada de ansiedade. Não é que o telemóvel vibrou?