quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Aquele nó, na garganta. E até o folego custa a passar, doi.
Por mais que tente nunca vou entender , é sempre sempre sempre assim.
acontece; eu sofro; afinal nao aconteceu nada; eu fico a sentir-me mal por ter pensado coisas más; e fica tudo igual outra vez.
é só isto. só isto. Posso avançar, por favor? se faz favor?
Por mais que tente nunca vou entender , é sempre sempre sempre assim.
acontece; eu sofro; afinal nao aconteceu nada; eu fico a sentir-me mal por ter pensado coisas más; e fica tudo igual outra vez.
é só isto. só isto. Posso avançar, por favor? se faz favor?
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Chuva. (lágrimas de saudade vindas do céu.)
Noite de dia 1 de Setembro.
Chove, não pára de chover; (e pensar que há uns anos atrás estava provavelmente na praia, nesta altura, a esturrar ao calor.)
E estou aqui, sentada na cama. Podia estar a mandar-te uma daquelas mensagens fofinhas que os namorados mandam uns aos outros: "Quem me dera, ter-te aqui comigo para te abraçar. Para dormirmos juntos, bem agarradinhos, com a minha cabeça encostada ao teu ombro a ouvir a chuva cair!"
MAS NÃO! Não mando. Porque eu agora já não posso mandar. Já não posso ter esse gostinho, essa anciedade na barriga, só de pensar no que me irias dizer; de pensar que podias estar mesmo aqui comigo.
Há alturas em que é impossível pensar em ter outra pessoal qualquer aqui ao meu lado. Impossível.
Precisa-se:
Chá para o esquecimento (que o provoque) ; e
Analgésicos para o apaixonamento (que o provoque segundo a nossa vontade).
ainda te amo, F.
Chove, não pára de chover; (e pensar que há uns anos atrás estava provavelmente na praia, nesta altura, a esturrar ao calor.)
E estou aqui, sentada na cama. Podia estar a mandar-te uma daquelas mensagens fofinhas que os namorados mandam uns aos outros: "Quem me dera, ter-te aqui comigo para te abraçar. Para dormirmos juntos, bem agarradinhos, com a minha cabeça encostada ao teu ombro a ouvir a chuva cair!"
MAS NÃO! Não mando. Porque eu agora já não posso mandar. Já não posso ter esse gostinho, essa anciedade na barriga, só de pensar no que me irias dizer; de pensar que podias estar mesmo aqui comigo.
Há alturas em que é impossível pensar em ter outra pessoal qualquer aqui ao meu lado. Impossível.
Precisa-se:
Chá para o esquecimento (que o provoque) ; e
Analgésicos para o apaixonamento (que o provoque segundo a nossa vontade).
ainda te amo, F.
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