domingo, 26 de dezembro de 2010

 ISTO + OUTRAS COISAS DESTAS NO NATAL + OUTRAS COISAS DESTAS QUASE DIARIAMENTE = 50kg.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Não é que seja tarde (00:36h) , mas vou deitar-me porque tenho dores de cabeça alcoolicamente provocadas - uma taça de "rosé" bastou para me atordoar os pensamentos- {ou isso ou a azáfama toda do Natal; e o querer ter mais alguém aqui do meu lado (melancolia de carência) }.

Felizmente, afinal a tradição venceu e o amor saiu vitorioso.

Obrigada a alguém, pela Família! 

24/25.12.2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

Come take a sit, beside me.






Sei que não me vês, mas sei que consegues sentir-me. {sempre que me vês (...)}
Toma conta das boas memórias e faz delas uma boa recordação, que não te fira o coração.
O lugar, esse estará reservado para ti. Mas não te atrases, o voo não pode esperar muito, tem de levantar.
O mesmo sentimento não pode prender para sempre; não fiques preso ao que não te é merecido ou que não te merece.
Não esperes a facilidade da vida, ela vai dar-te sempre luta; resta apenas aproveitar o que vem de bom e te faz bem.

Acreditas que a "oportunidade" seja eterna?

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A (inevitável) saudade.


Sinto que a saudade se quer soltar pelo olhar; quero chorar, nada mais do que isto, nada menos. é exageradamente exorbitante a dor que sinto no peito, quando sinto que desvias o teu caminho para que não se cruze com o meu; mas também dói quando sei que me estás a olhar (não podes ser assim tão desumano ao ponto de não teres pena de deixar para trás tudo o que vivemos, sei que sentes a minha falta- ou talvez seja só uma estúpida espécie de "esperança" minha, em ti já nada me devia espantar). 
Porquê fugir deste modo e magoarmo-nos mutuamente? Porquê?
- Porque és um ser descontente com tudo o que a vida te possa dar. Tristemente afirmo que és inconformável. Afinal, os rumos não mudaram e continuam iguais desde a última vez que te questionei acerca das tuas (não) certezas.

Saber que estás perto de a ter nos braços, outra vez, parte-me o coração. E o que o fere ainda mais é saber que esta foi a gota de água que fez o copo transbordar. Na última tentativa, ainda tinha cego o olhar, e sabes que mais? Ainda o está, parcialmente. Tenho os olhos do coração completamente cegos e sei que se (isto se tivesses coragem para tal) parasses junto a mim e me olhasses nos olhos e algo com eles me dissesses, como tantas vezes dizias, sei que recaía; mas os olhos da cabeça tenho-os bem abertos para o mundo, e sei que desta vez a recaída ia custar-me muito mais cara. Cada vez vai ser mais cara. Não posso deixar. Não posso deixar que me esvazies a carteira da dignidade e do amor.
 Poderia voltar a deixar que me amasses... mas não devo.

Oiço a música e pego com a outra mão, a que não está ocupada pelo mp4, a tua pulseira que acarício como se da tua mão ou rosto se tratasse..


é inevitável ter saudades tuas. ainda te amo.

Desculpa Frederico, mas sei que vais compreender mais um dos meus desabafos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Desabafo.s

Sento-me aqui, nesta cama, (a que me aconchega todas as noites) que ainda gosto mais por me acariciar agora, agora que preciso, e as lágrimas escorrem-me pelo rosto a baixo como se de uma cascata torrencial se tratasse. Ser mãe é difícil? acredito que sim(tão cedo não me enfio numa aventura dessas!) mas ser filha? AI! quão complicado. Prometo que não te queria magoar mãe, mas ouvir-te diariamente os lamentos e sentir que tu não percebes que eu também os tenho e apenas não tos digo  (por não te querer preocupar, ou mesmo por preferir que fiquem só comigo).
Hoje não consegui. Não consegui aguentar as tuas cruéis palavras, cruéis contra ti, mas que me fazem sofrer tanto. Como és capaz de questionar o que questionas-te? é claro que te ama-mos mãe. És injusta. Não me compreendes. Enfim, és minha mãe.
Se soubesses o quanto bem te quero.
Eu sei que sentes falta deles, mas também eu. E também eles sentem falta  de nós; mas por favor, não entendas que és só tu que sofres, não sejas injusta .
E tu vida? que moral tens tu para nos dar "lições de moral" se seres injusta é o que sabes melhor fazer? Ah quem dera que isto mude depressa; a paciência tem limites, somos seres humanos. Não nos separes por mais tempo de quem amamos; preciso aqui junto de mim, aquilo que mais estimo, família(...)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

J.
1. pior que eu ninguém fica
2. juro que não gozo
3. diz-me onde é a camisola que eu vou lá roubá-la  ;

I.
1. não percebes nada, eu acho qe ficas muito bem mesmo!
2.tu não tens a mínima noçao de como fico!
3. na shop one , onde a mae da bequi compra roupa  mas era mesmo bonita.;

J.
1. não vale apena ser simpática Inês
2. Já me mostravas antes que eu fique de trombas
3. aquilo tem alarmes? :p ;

I.
1. sabes que não sou simpática!
2. cala-te , nem dormias á noite
3. boa pergunt xD ;

J.
1. por acaso até sei, por isso é que estranhei
2. quem já viu as fotos da beca e consegue dormir, já viu de tudo e resiste a tudo; e não acredito que te fiquem mal
3. vamos parar com esta enumeração  que é estupido, ainda que tenha sido eu a começar. ;

I.
1. pois!
2.pois..
3.pois--'



joana almeida & ines martins.

ves frederico, ves de onde vem a minha insanidade mental?

(nao foi um post la muito esperto, realmente. mas foi lindo.)

Pre-ssentimentos.



Sem dúvida que as mulheres (ou muito provavelmente todos os seres) têm um sexto sentido(ainda me sinto um pouco céptica a falar disto, mas..) Ela teve ontem e hoje pela segunda ou terceira vez a confirmação disso.
Como sentia já a dois dias, algo de estranho se passava. Mas.. como seria possível? Não poderia ser possível, ele não teria a coragem de lhe fazer outra vez tal atrocidade ao coraçãozinho (que talvez ele não soubesse, mas era extremamente frágil) dela; ela: pessoa à qual ele dizia: Amo-te, para sempre. 
Bem, não enrolemos mais a história, porque o texto no visor do telemóvel apareceu-lhe perante os olhos, inevitavelmente. E sabes que mais Frederico? Nem vale a pena desenvolvermos assunto porque já estás mesmo a ver de que te falo; és inteligente. E nem vale a pena também agir em histeria; deixemos isso de lado que agora é o menos importante. 
Se ao menos as pessoas tivessem a decência de saber que a amizade é o mais importante na vida, tudo isto seria diferente. Ai amizade! falem-me disso por favor! Expliquem-me o que é a sua verdadeira pureza; que ás vezes, mas muito raramente, (ou todos os dias) não tenho a certeza disso -exceptuando certas relações, claramente.

E pedia eu liberdade interior. agora, tenho-a toda. indesejavelmente.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Tenho saudades. É que estou mesmo cheia de saudades.

Saudades de sentir os salpicos daquela água molhada e salgada a entranhar-se nos poros depois de bater nas rochas, de evadir os meus pés, de os afundar naquela areia depois de a água voltar para trás, de me fazer cair e rebolar perante desconhecidos e assim rir-me desfalecidamente de mim própria!
 É. Sinto saudades daquele mar; daquele sol e daquele pequenino café onde pela primeira vez, já há uns anos atrás, olhei e senti que tinha de conhecer o tal jovem de olhos azuis que me mirava e sorria para mim(há-de sempre ser o meu cafézinho de praia favorito). Enfim, também tenho saudade da sombra disfrutada durante um piquenique silvestre e das boas conversas e risadas. 

O Verão seria tudo se não fosse nada; mas não é nada, é tudo. Contudo sendo tudo, é isso mesmo, tudo.

Faz falta as noites de Verão passadas em sítios calmos que os amigos de sempre fazem ser terrivelmente barulhentos (dizendo isto gostando daquele barulho).

Por fim, sinto agora nostalgia quando penso no burburim que se fazia na minha barriga, no meu estômago, na minha boca, no meu coração quando pensava que iria ver o que jamais (paradoxalmente, era o que mais desejava) pensaria ter perante mim; fitando-me nos olhos. Agora -era capaz- de o querer sentir.
Também tenho necessidade de sentir uma certa liberdade interior.
Frederico, sentes a inconformidade das coisas? Olha, vê se me contactas, que preciso de um concelho.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Q-u-e-b-r-a.Cabeças

Não gosto que os afectos permaneçam apenas em gestos. Ás vezes, gosto de palavras. Ás vezes, preciso de palavras. Ás vezes quero que seja diferente e por isso, não mereço o ser como ele é {e por eu não ser como ele é, e por ele não ser como eu sou, não há merecimento recíproco.} Tenho a dizer-te, Frederico, ( sim, blog, oficializo-te assim a partir de hoje como cidadão registado no registo civil do meu coração como sendo, tu, o meu amigo Frederico! ) que o espaço está a atrofiar-se e assim, o desejo começa a desvanecer-se cada vez mais. O que queria, não é como queria que fosse. Não quero, juro-te que não quero, mas a cabeça tem uma coisa que se chama memória, e por ser verdade que ela falha muito nos teste escolares, é também verdade que não falha quando deve/ou não deveria apenas existir. 
E tu estás a achar que isto que te escrevo hoje é um quebra-cabeças, não estás? Pois é amiguinho, assim está a minha massa cefálica.